A inovação na Gfi tem uma abordagem estruturada com o objetivo de alcançar resultados tangíveis. Baseia-se em dois princípios: oferecer ao Grupo e aos seus clientes uma estratégia digital a dois anos e apresentar soluções inovadoras que terão o seu lugar no mercado.

Observação e cooperação

A inovação corporativa já não é mais a preservação do R&D (Research and Development). Pelo contrário, a inovação deve ser o mais aberta possível. Hoje, as empresas estão mais conscientes do seu ecossistema e trabalham junto dele com o objetivo de crescerem juntos e garantirem o seu desenvolvimento sustentável.

Ciente que a inovação atravessa fronteiras, a Gfi desenvolveu o seu próprio processo de inovação, explorando os pragmatismos das grandes tecnologias, algumas delas disruptivas, prestes a tornarem-se padrão junto das empresas.

Para alcançar este objetivo, o Grupo criou um observatório de tendências, em linha com a visão das startups e a sua incrível agilidade ao serviço do que é realmente essencial: as tecnologias do futuro.

Mas a observação é apenas um primeiro passo. O objetivo final é introduzir novas competências e componentes tecnológicas em projetos que atingiram um nível de maturidade elevada, com um processo de industrialização. Este é o propósito do programa Connect & Develop, criado pela Gfi, contruído em torno de parcerias com startups com um elevado potencial.

Mas nós não observamos apenas startups. Monitorizamos também o cenário industrial e académico sem os quais nenhuma inovação veria a luz do dia. As parcerias estabelecidas com escolas de engenharia e instituições de pesquisa científica permitem-nos explorar todas possibilidades sem pressões competitivas ou de lançamento ao mercado. Este facto ajuda-nos a prever com maior eficiência e a identificar necessidades mais urgentes do ponto de vista da inovação, garantindo a sua rápida integração em determinado mercado.

Por outro lado, o que seria a inovação tecnológica sem a modernização do local de trabalho? A Gfi está a recrutar os melhores perfis com o objetivo de desenvolver as suas competências nesta área. Profissionais que podem, num futuro próximo, estar na origem das melhores inovações tecnológicas. Identificar as melhores ideias e garantir a sua realização é o principal desafio. E para ter sucesso nesta área, numa procura constante pela inovação, a Gfi está a implementar um processo estruturado, apoiado por um modelo de governo ativamente envolvido em todo o processo.

Proceder com recurso a uma metodologia própria

Nos últimos anos, quadro fases altamente estruturadas permitiram a Gfi concretizar inovações promissoras no mercado. Para o seu sucesso, cada fase deve ser rigorosamente seguida. O processo é liderado por um Comité de Inovação, responsável por identificar as melhores ideias e efetuar uma primeira seleção; assim como assegurar o relacionamento com parceiros, garantindo a dinâmica do processo. Colaboradores, alunos de mestrado ou doutoramento, startups, parceiros institucionais ou clientes, todos são essenciais na garantia do sucesso desta operação. 

A inovação aberta e partilhada também implica questões legais, incluindo o da propriedade intelectual, que devem ser devidamente tratadas desde o início do processo.

Após a fase de seleção de uma ideia, o processo segue para uma unidade financeira, onde se decide, com recurso a uma prova de conceito, se a ideia deve ser financiada. Para avaliar a viabilidade do projeto, o Laboratório de Inovação fica responsável por produzir as maquetes, testar a ideia e o conceito, e redigir um dossier funcional e técnico. Se os resultados forem conclusivos, o Centro de Serviços do Grupo Gfi dedicado ao tema da inovação pode prosseguir com a industrialização do produto.

Os departamentos de vendas e marketing da Gfi operacionalizam a fase de lançamento do produto ao mercado. O sucesso comercial de cada inovação depende também do trabalho efetuado junto dos parceiros industriais, como os seguintes exemplos o demonstram.

Inovações de sucesso

O Company Hub é um dos principais exemplos, uma vez que se baseia na experiência e competência de três players digitais: Nokia, Microsoft e Gfi. A complementaridade entre tecnologia líder e uma oferta abrangente de serviços, é um dos principais fatores de sucesso. O Company Hub é um portal móvel que oferece aos funcionários de uma empresa um acesso direto aos seus sistemas e aplicações de negócio, colocando em práticas novos modelos de trabalho. De realçar que há dois anos, as empresas não colocavam o trabalho remoto ou o BYOD no centro da sua estratégia, reconhecendo hoje a sua importância. 

O City Hub, portal dedicado à Administração Pública Local e aos cidadãos, baseia-se no mesmo princípio de acessibilidade que o Company Hub e talvez seja uma ilustração ainda mais tangível da nossa capacidade de antecipar a inovação. A Gfi cedo reconheceu a importância de oferecermos ao cidadão uma ampla oferta de serviços móveis, sempre disponíveis.

O BI2BI é outra forte solução que surgiu do processo de inovação do Grupo Gfi. Quando as novas soluções de BI começaram a aparecer, e com elas novas abordagens orientadas ao negócio e à análise dos dados, a Gfi já antecipava os desafios que esta migração traria ao mercado. Destinado a facilitar e acelerar a migração de uma solução para outra, o BI2BI aborda os desafios que as empresas enfrentam ao tentar beneficiar dos grandes avanços ao nível do Business Intelligence, sem deixar que a migração se transforme num pesadelo logístico.

Palavras-ChavegfiInovaçãoestratégia digital

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