O Jornal Económico auscultou alguns dos mais importantes ‘players’ sobre os riscos e as oportunidades trazidos pelo processo de transformação digital.
Qual a tendência mais marcantes no momento?
Digital Experience
O contexto económico nacional traduz-se numa dinâmica global positiva de investimento, nomeadamente nas novas tecnologias. Portugal foi capaz de potenciar a sua capacidade e competência tecnológica transformando-se num hub da economia digital, como o atestam os diversos investimentos internacionais no nosso país, com a implantação de novos centros de desenvolvimento.
Apesar disto, continuamos a ter realidades bem distintas e a diversas velocidades: temos empresas com uma forte presença digital, que já adaptaram os seus processos internos ou externos a esta nova realidade – bem visível nas suas plataformas (“websites”, “apps”) – e implementaram as estratégias de interação digital com os seus clientes e colaboradores, tirando partido das novas temáticas em torno da experiência de utilização; e temos, por outro, empresas sem qualquer presença na Internet, ou com uma presença congelada nos idos anos 90, completamente obsoleta.
Neste sentido, tanto o setor público como privado têm vindo a compreender a real mais-valia do “Digital Experience” – uma das principais tendências da atualidade – para a sua estratégia digital, reforçando a importância de conhecer o utilizador, saber aquilo que ele procura e oferecer-lhe a informação desejada. Diversas empresas recorrem hoje a plataformas de digital experience líderes de mercado, como a Sitecore ou a Liferay, e a parceiros tecnológicos com experiência no desenho e implementação de uma real estratégia de marketing digital, como a Gfi.
Paulo Soberano, Head of Application Services na Gfi Portugal