O desempenho das ferramentas de software é um fator determinante na gestão de ensaios clínicos e, em última análise, na eficiência e segurança dos medicamentos, materiais e produtos terapêuticos antes do seu lançamento ao mercado. É vital fazer a escolha certa.

As ferramentas de software utilizadas para a realização de ensaios clínicos são uma componente essencial para melhorar a fiabilidade e o resultado final deste processo. O seu desempenho determina a eficiência e segurança dos medicamentos, materiais e produtos terapêuticos, antes do seu lançamento ao mercado.

De facto, as ferramentas para gestão dos ensaios clínicos (CTMS - Clinical Trial Management System) reforçam procedimentos e práticas, eliminando abordagens individuais. Por essa razão, permitem um maior controlo na gestão dos acessos e nas funções dos seus utilizadores, bem como algumas frameworks que permitem ganhar tempo na recolha e consolidação dos dados.

Gfi eTrialManager®: a resposta a todos estes requisitos

Desenvolvido em estreita colaboração com empresas farmacêuticas, o Gfi eTrialManager® é dirigido a todas as estruturas e stakeholders envolvidos na pesquisa clínica. Cumpre todos os seus requisitos administrativos, científicos, legais e financeiros. Ao longo de 20 anos, a Gfi ganhou experiência para desenvolver uma ferramenta funcional e tecnológica, simples de utilizar, inteiramente parametrizável, com um interface gráfico amigável e funcionalidades distintivas que garantem um melhor desempenho. Esta solução permite economizar, significativamente, o tempo gasto na gestão de dados clínicos e seus resultados!

100 módulos standard e inúmeras funcionalidades

Esta solução tem mais de 100 módulos standard disponíveis (contactos, países, estudos, centros, pacientes, contratos financeiros, etc.), bem como módulos opcionais.

O Gfi eTrialManager® oferece inúmeras funcionalidades, incluindo:

  • Segurança e rastreabilidade em diferentes níveis de acesso (departamento, função, tipo de estudo, país, data), através de senha, gestão dos participantes externos e histórico para auditoria;
  • Uma base de contactos que permite a gestão dos contactos duplicados, a monitorização das comunicações, o histórico das participações e a pesquisa por critérios;
  • Gestão de toda a informação e dados relativos à pesquisa em análise (n° de identificação, tipo, estado, área terapêutica definida, etc.);
  • Possibilidade de consultar agendas por pesquisa, centro ou país);
  • Cronograma das atividades de recrutamento, podendo configurar um ou mais centros por pesquisa;
  • Descrição da equipa associado a cada pesquisa, de acordo com cada nível de intervenção, detalhando as suas funções, períodos de atividade, etc.;
  • Monitorização detalhada das trocas de contatos e da equipa envolvida em cada pesquisa;
  • Visão global e gestão de problemas;
  • Gestão integral de todos os dados de cada centro: regulatório, financeiro e científico;
  • Gestão de pacientes: datas de visita (planeadas e reais), devolução e recolha de "produtos de investigação";
  • Apresentação gráfica das tendências por utilizador.  

Palavras-ChaveSaudeSegurançatrialmanagerdatabaserastreabilidade

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